JOE BIDEN, O “SEM-NOÇÃO”

Insinuar comprar a Amazônia é sinal patognomônico de acometimento do lobo frontal do cérebro 

Tenho a nítida impressão que se tivéssemos uma poderosa autonomia bélica e uma postura histórica mais contundente em relação às intromissões internacionais em nossa soberania talvez não passássemos pelo dissabor de ter que ouvir babacas históricos e desinformados dando pitaco nas nossas decisões que só dizem respeito a nós mesmos. Essa aparente subserviência pode perfeitamente estar ligada à interesses escusos dessa esquerda antipatriótica e vendilhona que nos assaltou durante os últimos 30 anos junto a comparsas estrangeiros que se locupletaram com a fraude, o dolo e o roubo escancarado.

A gritaria mundial, cujo eco viaja altaneiro pelo sistema solar, se deve ao fato do lulopetismo ter “vendido” a Amazônia e Bolsonaro negar-se entrega-la. Aliás, não há registo em nossa história de alguém que interpretasse a 3ª Lei de Newton com tanta coragem, personalidade e autoridade como o atual PR, seja na tribuna da ONU, seja em reuniões com líderes ou seus representantes internacionais, ou ainda para a extrema imprensa nacional ou forasteira.

O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia”, vociferou o medíocre François Miterrand de uma França, hoje, decadente e fedorenta. E aí, na onda desse político de 5ª, surfa Mikhail Gorbachev, lustrador de foice e martelo, que saiu com “O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes”. Pra não passar desapercebido, John Major, o súdito daquela simpática velhinha que não larga o osso por nada nessa vida, sugere que “As campanhas ecológicas devem passar da propaganda à prática podendo ensejar definitivamente operações militares diretas sobre a Amazônia”. Pode uma coisa dessa? E Bergolio, que não se aguenta, junta-se aos três patetas e condena o fogo na floresta mas não enxerga a fome na Venezuela nem aqueles sérios desvios de comportamento pelos cantos de sua Igreja.

Vocês acham que a Europa está preocupada com as árvores da Amazônia? Se tivesse, reflorestaria suas terras devastadas pela sua própria irresponsabilidade. Ela quer o nosso subsolo. Transformou suas florestas em carvão e quer dar sermão no país que mais protege suas matas no mundo? Você é colonialista e genocida, minha cara Europa. Brindou-nos com o comunismo, fascismo, nazismo e duas grandes guerras. E agora quer dar lição de moral na gente? Me poupe!

A esquerdalha yankee não fica atrás, claro! Al Gore já havia colocado as manguinhas de fora ao falar que “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles. É de todos nós.” Kkkkkkkkkkk. Só rindo desse babaca! E aí, pra piorar, vem o gagá do Joe Biden, uma versão masculina de Dilma Roussef, ferir nossos ouvidos com suborno de US$ 20 bi para que paremos de destruir a floresta sob pena de impor-nos sérias restrições econômicas. Demência senil é doença séria, galopante e não tem cura.

Um parêntesis para o último debate entre os vices. Pence abalou os argumentos de Camila, uma política cínica que acusara seu vice, Biden, há alguns meses, de racista. Portanto, inconfiável mas que representa perigo ao liberalismo conservador, este mesmo que enxerga os USA como o país das oportunidades, do livre comércio, da livre e sadia concorrência, do liberalismo responsável e que não arreda pé da Doutrina Monroe. Tudo ao contrário do que pensa esse cara-de-pau e sua indecente e desrespeitosa proposta pela Amazônia.

De volta ao ponto. Ninguém dessa corja quer o bem da Amazônia. Quer os seus bens, como dizia o saudoso Eneas Carneiro, Para desespero das esquerdas, o Brasil mudou e o seu PR não aceita subornos, demarcações criminosas ou qualquer ameaça à sua inegociável soberania.

Aqui no Brasil, o galo chegou ao galinheiro! Entendeu, Joe? Ou quer que desenhe?

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  1. Um poema para ser lido, relido, e sempre meditado. Minha felicidade, ao lê-lo, transborda seus limites quando me vejo, no seu final, incluído entre os canoeiros que lhe conduziram em diferentes partes do seu bem sucedido navegar. Que lhe almejo seja ainda mais longo e feliz. Evaldo

  2. Dr. Carlos,
    Que beleza seu gesto de homenagear os professores em um dia dedicado a eles, presenteando-os com tão belo poema de seu avô. Como bem se vê, a metáfora usada por ele para descrever a missão de um professor é muito feliz, ao deixar entrever o compromisso desse profissional com os viajantes que estão sob seus cuidados durante a viagem pelo rio! Cabe lembrar que o “aluno” – que, etimologicamente, significa “sem luz”, portanto, sem conhecimento -, para chegar à outra margem, precisa ser guiado pelas mãos e pelo conhecimento daquele que domina a arte da travessia! Como o canoeiro, o professor é quem propicia o aluno-viajante a chegar ao outro lado do rio. Como se percebe, no poema, são poucos os que demonstram gratidão aos mestres/canoeiros, após conseguirem fazer a travessia: “De novo a caminhar, voltam-te logo as costas.” Poucos olham para trás.
    No entanto, há aqueles viajantes que, tendo realizado muitos percursos e passado por vários percalços, ainda guardam consigo nobre sentimento de GRATIDÃO – mistura de agradecimento e reconhecimento – que guardam no coração e nunca deixam apagar-se de suas memórias!
    Parabéns pela bela escolha do texto e pelo terno reconhecimento demonstrado àqueles canoeiros que, de forma marcante, contribuíram para suas grandes travessias!
    Sandra Guadanini.

  3. Parabéns, Cadu pela reverência!
    Quem a seus antepassados honra, sempre merecerá ser lembrado.
    Com você, merecidamente, não há dúvida que acontecerá.
    Grande abraço.
    Ithamar Stocchero

  4. Prezado Cadu,
    Adorei a sua homenagem ao seu Avô!!!
    Que lindo poema…
    Quanta elegancia no esgrimir as palavras…
    É…Vc teve a quem puxar e honrar…
    Linda a sua homenagem e mais linda ainda foi a justíssima homenagem do Seu Avô ao Professor, esse bravo escultor de almas tão subvalorizado no nosso Brasil…
    Eu fui professor de direito da PUCMG por quase duas décadas…
    E hoje, volta e meia tenho notícias de ex-alunos meus que cresceram, voaram e hoje são profissionais respeitados e que voltam e reverenciam o hoje seu, quase velho professor…
    Me identifiquei…
    Curti….
    Parabéns!!!!
    Vc faz mais alegres os meus dias!!!
    Abs.
    Gustavo Mercadante

  5. Caro amigo e mestre que os caminhos da vida me privaram de poder um dia segurar suas pinças, o poema que nos presenteou de autoria de seu avô não só escancara o seu DNA artístico e literário , como também nos remete a lembranças de tempos passados ,de uma vida mais simples com versos tão perfeitamente realistas como David de Michelangelo.!
    Obrigado mais uma vez.
    Osiris Martuscelli.

  6. Cadú – nada é mais gratificante para quem teve a oportunidade de transmitir para os mais jovens, o que havia aprendido de outros mestres, do que ver seus discípulos indo além do que aprenderam, incluindo os valores éticos que lhes foram passados pelo exemplo de quem ensinava. Mais ainda quando tudo isso vem acompanhado pela gratidão de seus ex-alunos. Abraço fraterno, Evaldo D’Assumpção

  7. Cadu: que maravilha o poema “Canoeiros” de autoria de se avô, escrito há 60 anos e tão belo. Em você abraço seu avô e todos os professores/as da nossa Academia Mineira de Medicina.
    Geraldo

  8. Tá difícil Cadu, uma grande parte, leva o nome de uma profissão sagrada, para trabalhar pela causa comunista. Os que não, são perseguidos pelos que sim. Já tivemos dias melhores para os verdadeiros heróis da educação.
    Marcos

  9. A lembrança é afetiva. Porém mais que isto, ou tanto quanto, é uma página poética a ser celebrada e marcada nas memórias dos valores em que o passado homenagea com encanto o presente. Beijo
    Toninho

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